Toque numa célula para abrir a obra.
O plástico como pele; o cérebro como órgão plástico inanimado fora do corpo.
O plástico como pele do ser Eletropolvo. Microplásticos já se acumulam no corpo, no cérebro, nos animais, nos biomas, no mundo inteiro.
Contra o hype da I.A., a série insiste: não existe cérebro desterritorializado numa redoma de vidro ou num servidor. A cognição emerge de um órgão plástico e adaptável, que existe por causa de e através de um corpo, depois de bilhões de anos de evolução.
I.A. não é nem inteligente nem artificial, como diria Miguel Nicolelis. Modelos de linguagem não são cognição, servidor não é cérebro, e probabilidade não esgota o pensamento.